A Prefeitura Municipal de Seropédica, através da Secretaria Municipal do Ambiente e Agronegócios (SEMAMA) iniciou no dia 5 de maio, a 1º etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa do rebanho de bovinos e bubalinos do município. Serão vacinados em torno de 5.000 animais em 176 propriedades com rebanho de até 50 animais.

Esta vacinação é totalmente gratuita, a Prefeitura de Seropédica disponibiliza uma equipe de profissionais treinados, além de veterinário para acompanhar a vacinação. Caso queiram entrar em contato para receberem a vacinação de seu rebanho liguem para 3787-8876.

A comprovação da imunização dos animais é sempre exigida para a emissão da GTA (Guia de Transporte Animal) nos deslocamentos de animais, além disso, evita penalidades previstas na lei como multa e interdição da propriedade”, Orientou Júlio Cicarino.

“É importante ressaltar que os criadores deverão declarar, mesmo sem vacinação, o rebanho de ovídeos, caprinos e suínos, para um melhor controle da Febre Aftosa”, afirmou o Secretário de Ambiente e Agronegócios Ademar Quintela.

A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido, como bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. Outros animais também podem contrair a doença como veados, lhamas e capivaras.

A Transmissão
A doença é transmitida principalmente pelo contato entre animais doentes e sadios. Mas o vírus também pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas (mãos, roupas e calçados) que entraram em contato com os animais doentes. (Cruzamento de cavalo e jumenta).

Os sintomas
Os principais sintomas são febre, vesículas e úlceras na boca, patas e nas tetas, perda de apetite, salivação e manqueira. Ocorre também redução da produção leiteira, perda de peso, crescimento retardado e menor eficiência reprodutiva. Pode haver mortes principalmente em animais jovens ou debilitados.

Suspeita da doença
É obrigatório que o produtor notifique a Secretaria de Ambiente e Agronegócios quando observar esses sintomas em seus animais.

Ainda de acordo com o secretário de Ambiente e Agronegócios Ademar Quintela, a preocupação com esta doença é de ordem econômica, uma vez que o gado doente tem que ser abatido por completo para não prejudicar produtores vizinhos com a transmissão da doença. “Caso seja comprovado este gado não tiver sido vacinado, além do gado ser abatido o produtor responsável receberá uma multa”, completou o secretário.

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