Em todos municípios do Estado do Rio de Janeiro nós estamos vendo o desespero das pessoas atrás de um emprego. Vários comerciantes estão fechando as suas portas porque o dinheiro não esta circulando, empresas de pequeno, médio e grande porte. Entre elas fábricas de automóveis, siderúrgicas (como a CSN e a Mahle Hirschvogel Forjas), demitiram e estão demitindo muitas pessoas, criando um caus jamais visto no Brasil.

Tudo isso é reflexo das malditas pedaladas fiscais, a corrupção desenfreada que esta fazendo todas as classes sociais (principalmente a menos favorecida pagar o pato, que com a alta do dólar ficou abusivamente mais caro), com aumento da energia elétrica, aumento dos combustíveis e da alimentação. A tese do fim do Brasil é a de que, basicamente, antes de 1994 o país não tinha história. Não tinha histórico econômico. Não tinha padrão de consumo. Caía o salário e você corria para o supermercado para comprar o que dava. As regras mudavam sempre. Sem regras, não tem como existir investimento. Quem iria investir sabendo que o jogo podia mudar a qualquer hora? Só em 94, com o surgimento do real e a estabilização da moeda, nasce um Brasil.

Você dá confiança na sua moeda, controla a inflação, e as pessoas finalmente passam a consumir. E o empresariado, percebendo que o plano deu certo, começa a investir. Os anos de 94 até 99 são a infância do plano real. Em 99, com a adoção do tripé macroeconômico (regime de metas de inflação, fiscais e pelo câmbio flutuante) surge a maturidade do real. Só que vinte anos após o surgimento do real as coisas mudaram dramaticamente. O processo começou em 99 com a crise do setor externo e culminou em setembro de 2008, com a quebra do Lehman Brothers (Foi um banco de investimento e provedor de outros serviços financeiros, com atuação global, sediado em Nova Iorque) A partir daí, o governo adotou uma série de medidas para tentar reduzir os impactos da crise. Mas é uma política fiscal “gastona” que acaba ferindo os três pilares do tripé. São medidas desajustadas. O Brasil começa a morrer por causa da nova matriz econômica.

Ontem eu li uma declaração de uma moça do nordeste justificando o voto na Dilma. Cita ela nesta declaração: a nossa vida aqui no Nordeste melhorou no governo da Dilma. Eu já tenho um irmão com carteira assinada e faço “bicos” que me dão uma renda de R$350,00 por mês.

Basta uma declaração desta para entendermos como o PT criou uma “ilha de pobreza” na região Norte e Nordeste ao longo de 12 anos, e, ao isolar esta população da realidade de um Brasil maior, criou uma espécie de “Brasil do Norte” onde as pessoas não se importam de morar numa região que é tão pobre como tantos países da África.

Na realidade o governo PT afundou o Brasil e desvalorizou o Real, criando uma divida impagável que vai deixar o Brasil numa bancarrota sem fim, com os empréstimos mal feitos pelo BNDS a países estrangeiros com juros subsidiados pelo atual governo, a quebradeira da Petrobras devido ao propinoduto, e ao financiamento das Grandes Empresas para obter Propinas.

Devemos agradecer aos últimos governantes.

Sem mais por hora, PT saudações.

DSC_0027
Todos os dias centenas de pessoas atras de emprego em Seropédica, município do Rio de Janeiro

DSC_0033 DSC_0034

Brasil da bancarrota

 

 

 

 

Faça o seu comentário