É difícil encontrar alguém que não conheça um homem que enfrenta o câncer de próstata. As histórias de luta estão por todos os lados: é o pai, o avô, o tio, o irmão, o marido, o cunhado, o sobrinho, o chefe ou o vizinho.

Atualmente vivem no Brasil cerca de 12 milhões de homens com mais de 50 anos e estima-se que 2 milhões deles serão atingidos pelo câncer da próstata. A essa estatística incômoda, contrapõe-se outra mais animadora: de cada 18 homens acometidos pelo mal, apenas três morrerão pela doença. A conclusão óbvia é que a maioria dos pacientes sobrevive ao câncer, alguns por portarem tumores indolentes, que não progridem, muitos outros graças às ações médicas reparadoras.

Dr. Miguel Srougi, um dos maiores urologistas do Brasil, revelou uma novidade que promete abalar o mundo da medicina – e dos homens em particular. Uma nova droga, que está sendo desenvolvida na Alemanha, tem mostrado resultados surpreendentes quando aplicada em pacientes com câncer de próstata.

“Descobriu-se que existe um anticorpo que, injetado no organismo, se fixa diretamente só nas células cancerosas da próstata”, conta Dr. Miguel Srougi.

Um grupo ligou essa proteína a um átomo carregado de energia e produziu uma “nanobomba nuclear”, que se incorpora às células cancerosas e as explode, sem afetar outras células.

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Os resultados não poderiam ser mais promissores: pacientes que tinham um PSA – exame que quantifica a doença – de 3 mil, quando o normal seria um PSA de 2,5, ficaram totalmente curados.

As vantagens dessa técnica são muitas, já que ela dispensa a cirurgia e a radioterapia, métodos que podem comprometer a vida sexual do paciente, provocar incontinência urinária e até causar queimaduras no intestino e na bexiga. Além disso, o tratamento afeta também as células metastáticas.

E o que é melhor: a solução deve estar disponível para pacientes do mundo todo em poucos anos. “É uma realidade que vai se concretizar em 1, 2 ou 3 anos, e vai mudar todo o panorama, perspectivas e realidade de quem tem um câncer de próstata”, completa Miguel Srougi.

Fonte: Amaury Jr. blog