Se a sua família já faz parte do programa Cadastro único do Bolsa Família, e recebe mensalmente o seu benefício, ela pode contar com o Microcrédito do Programa Progredir do Governo Federal.
 
Qual o objetivo do empréstimo/microcrédito Progredir? 
 
O Governo Federal resolveu ajudar as famílias com esse empréstimo, para que elas pudessem:
 
– Montar um pequeno negócio;
– Quitar dívidas;
– Dar mais dignidade para a sua família;
– Pagar aluguel atrasado e muito mais.
 
Como funciona o microcrédito do Programa Progredir?
Buscando “promover a autonomia, por meio da geração de emprego e renda“, em 2017 o governo federal criou o Progredir. Entre as ações do programa está a criação de uma linha de crédito, conhecida como microcrédito, para atender beneficiários do programa e famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal.
 
Assim, além do auxílio na renda, quem recebe o Bolsa Família passa a contar com o apoio da linha de crédito. Como o objetivo do programa é incentivar o empreendedorismo, os empréstimos podem ser usados para criar e investir em pequenos negócios, mas não permite que o tomador reforme a sua casa, por exemplo.
 
Uma das principais vantagens do microcrédito Progredir é o valor das taxas de juros, que são bem menores que as outros do mercado — chegando a cerca de 1% ao mês. Além disso, há mais agilidade para a solicitação, o que também facilita o processo para os beneficiários. Com o programa é possível conseguir um empréstimo de até R$15 mil.
 
Quais as regras para ser aprovado do PROGREDIR?
 
Não basta apenas ser beneficiário do Bolsa Família, para garantir o empréstimo Bolsa Família, é importante seguir algumas regras básicas.Primeiro, é necessário ser inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, e ser participante do Bolsa Família.
 
Além disso, é necessário:
 
– Pertencer a uma família considerada pobre;
– Estar com o cadastro ativo e sem inadimplências no Bolsa Família;
– Também, como já mencionado, é necessário estar com o cadastro atualizado no Cadastro Único;
– É necessário ter as crianças e adolescentes, da família, matrículas em escolas;
– E é necessário ter as mulheres participando dos programas de saúdes exigidos.
 
Se a sua família estiver dentro das condições acima, ela ainda vai precisar:
 
– Ter um fiador;
– Ter outra renda, além do próprio Benefício do Bolsa Família
– E permitir visitas de representantes legais do programa, para a avaliação do empréstimo.
 
Quais os valores financiados?
 
O valor mínimo do empréstimo é de R$ 300,00 e o máximo R$ 15.000,00.
 
Tudo vai depender da avaliação de um responsável pelo programa. Depois, com o valor liberado, é só fazer o saque com o cartão do Bolsa Família.
 
Como solicitar
 
Se você percebeu que pode sim, solicitar o empréstimo Bolsa Família, você já pode entrar com o pedido.
 
Você vai precisar ir até o banco responsável que é a Caixa Econômica Federal, com toda documentação necessária.
 
Veja como fazer a seguir:
 
Vá até a Caixa Econômica Federal, com o seu fiador e com todos os documentos necessários;
 
Solicite ao responsável no banco o empréstimo Bolsa Família.
 
Após isso, você passará por uma avaliação. Uma visita será agendada na sua residência. Depois disso, é só aguardar a resposta do banco.
 
Quais as exigências?
 
Como cada banco tem um sistema de análise de perfis distinto, o valor do empréstimo pode variar dependendo da instituição financeira. No entanto, o valor máximo que o solicitante pode conseguir é de R$15 mil.
 
Após o envio da solicitação, a instituição faz uma análise dos seus dados e informa o valor que pode conceder. A avaliação leva em conta a renda atual e as garantias para o pagamento das parcelas. A taxa de juros também varia de banco para banco, mas o valor emprestado tem bastante influência em sua definição.
 
Dívidas pendentes ou restrições no nome são outro fator que pode interferir na aquisição do empréstimo — e que dependem da instituição financeira. Normalmente, quem está com o famoso “nome sujo” não consegue ter acesso ao microcrédito, pois os bancos checam o CPF do tomador em instituições como SPC e Serasa. No entanto, como os critérios de cada banco são diferentes, é possível que algum deles conceda o valor.
 
 

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