Entre os compromissos estão melhorar os índices de segurança, evitar o colapso do transporte e transparência e austeridade nos gastos públicos

O governador em exercício do Estado do Rio, Cláudio Castro, afirmou em sua primeira reunião de secretariado, nesta segunda-feira (31/8), que a prioridade é mostrar resultados que impactem a vida do cidadão. Para isso, estabeleceu metas a serem cumpridas pelas pastas até dezembro.

Ele também apresentou um pacote de austeridade e transparência para a redução de gastos nas secretarias.

– Vamos colocar as mãos nos vespeiros do Estado e acabar com pequenos feudos e cartórios setoriais. É hora de observar para onde iremos e o que queremos deixar como legado – afirmou o governador em exercício.

Para Castro, os compromissos são melhorar ainda mais os índices de segurança, aumentar o policiamento ostensivo e investir em inteligência e evitar o colapso do transporte público. Além disso, pagar o salário dos servidores em dia e garantir um ambiente de negócios confiável e seguro para investidores e empreendedores. Ele ainda enfatizou que o Governo do Rio vai seguir com a reabertura da economia de forma responsável, além da abertura das escolas com segurança, para evitar que os números de casos de Covid-19 voltem a crescer.

– O Rio de Janeiro está sempre decolando ou pousando. Está na hora de fazer o Estado decolar e pegar velocidade de cruzeiro. Precisamos de estabilidade e diálogo – frisou Castro

Na reunião, também ficou definido que a transparência deve ser o fio condutor de todo o governo. Para isso, o governo vai implementar imediatamente a Autoridade Digital, com foco na governança e transparência dos serviços.

Regime de Recuperação Fiscal

O secretário de Fazenda, Guilherme Mercês, fez uma apresentação sobre a situação fiscal do Estado do Rio e falou da importância da renovação do Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

Em sua apresentação, Guilherme Mercês mencionou os riscos de não ser aprovada a renovação do acordo do RRF com a União, que vence no próximo sábado (dia 5/9) e lembrou que o pagamento dos servidores e fornecedores pode ficar comprometido no fim de 2020.

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