Estratégia para imunização do público-alvo no RJ – cerca de 12 milhões de pessoas – está sendo discutida em reuniões técnicas no Ministério da Saúde
 
Em Brasília para participação na assembleia do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), o secretário de Estado de Saúde do RJ, Luiz Antonio Teixeira Jr., junto com os demais secretários de Estado de Saúde do país, defendeu a vacinação da população de seus territórios, tendo em vista a evolução do cenário epidemiológico no país.
 
Com a confirmação da circulação do vírus nos estados do Pará (que registrou dois óbitos de moradores de zona rural do estado), da Bahia (que teve registrada morte de macacos por febre amarela em Salvador) e de Alagoas (que confirmou morte de macaco em Maceió com resultado positivo para a doença), a preocupação dos secretários se volta para o quantitativo de vacinas a serem disponibilizadas pelo Ministério da Saúde para a organização das estratégias vacinais pelas prefeituras.
 
“Não vamos abrir mão de vacinar toda a população do Rio de Janeiro. Desde o início do ano, antes mesmo de termos casos confirmados em nosso estado, estamos adotando medidas preventivas, como a imunização de bloqueio que já vem sendo realizada em municípios que consideramos mais vulneráveis. Atualmente, temos 64 cidades prioritárias, das quais 35 já tem disponibilizadas doses em quantitativo suficiente para imunização de seus habitantes. Nossa prioridade, neste momento, é garantir a disponibilidade de doses para os outros municípios desta lista, além da reposição de vacinas para as demais prefeituras no estado. Já disponibilizamos mais de 3 milhões de doses para os 92 municípios do estado e agora, contamos com o Ministério da Saúde, que está nos dando a garantia de que não faltarão vacinas para a imunização da população fluminense” detalhou o secretário Luiz Antonio Teixeira, após reunião com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, e as áreas técnicas do governo federal.
 
Nesta quinta-feira (30/3), está prevista uma nova reunião no Ministério da Saúde, que contará com a presença dos secretários estaduais de Saúde dos estados onde há confirmação da circulação do vírus, além dos secretários municipais de Saúde das capitais destes estados, para discussão das estratégias para a distribuição de doses mediante o fluxo de produção das vacinas pela Fundação Oswaldo Cruz e liberação por parte do MS.
 
 
 
 
Assessoria de Imprensa
Comunicação Social
Secretaria de Estado de Saúde 

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