O Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou recurso movido pela Cargill Agrícola S.A. em que a fabricante pedia a liberação de um lote de extrato de tomate Elefante cuja venda foi suspensa pela Agência de Vigilância Sanitária por conter um teor de pelo de roedores acima do permitido pela legislação.

Segundo informações da Revista ‘Época’, a Anvisa havia retirado o lote do mercado após serem encontrados pelos de roedores em amostras retiradas na fábrica de Minas Gerais.

Anteriormente, a Cargill já teve outro pedido negado pela 5ª Vara Federal do Distrito Federal.

Agora na nova decisão, o desembargador Jirair Aram Meguerian entendeu que não houve ilegalidade na ação da Anvisa. Nas duas ações, a Anvisa foi representada pela Advocacia-Geral da União.

Ainda segundo a publicação, a ação ainda será analisada pelo colegiado da Corte.

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