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    Primeiro Festival Cultural vem para expandir conhecimento e descontrair a comunidade ao redor

    A proposta do Fórum Interuniversitário de Cultura (FIC) é promover um entrosamento entre as universidades públicas do estado do Rio de Janeiro para produzir e difundir ações culturais. É nesse contexto que surge o primeiro festival de cultura (FestFIC), que ocorrerá na primeira quinzena de julho. Nove instituições irão participar: Cefet/ RJ, IFFluminense, IFRJ, Uenf, Uerj, UFRRJ,UFF, UFRJ e Unirio.

    O FestFIC tem como meta criar agendas que incluem exposições, dança, teatro, música e diversas atividades que envolvam arte e cultura.  O objetivo também é definir políticas públicas culturais.

    O evento  está vinculado às comemorações dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.  A ideia do festival é oferecer, para a comunidade externa, tudo o que é produzido dentro das universidades. É “tomar” espaços públicos para que a sociedade tenha acesso àquilo que lhes pertence. Para, desta forma, haver uma relação mais íntima entre as instituições e, com isso, obter-se diferentes olhares sobre os mesmos assuntos.

    Discutir arte e cultura dentro das universidades é de suma importância para que docentes, discentes, servidores e a sociedade tenham visões amplas e reflitam sobre o que acontece no mundo.  É uma discussão que agrega valores, hábitos novos e une pessoas.

    O festival vai ocorrer simultaneamente nas instituições, do dia 02 a 12 de julho. Mas a programação da Universidade Rural, do campus de Seropédica, iniciará no dia 7, e apenas as exposições serão estendidas até o dia 22 do mesmo mês.

    A Pró-Reitoria de Extensão da UFRRJ, em parceria com a Secretaria de Cultura, Educação e Esporte de Seropédica, irá promover oficinas, exibições e apresentações dentro da Rural e do Centro Cultural da cidade. Os alunos da instituição são as “peças-chave” para que esse evento aconteça. O que foi produzido em sala de aula, em projetos de extensão e em ambientes sociais será oferecido para os seropedicenses. J

    A coordenadora do curso de Belas Artes, professora Marisa Vale, ao pensar no seu curso e na sua posição dentro da instituição, viu-se responsável para que esse festival aconteça dentro da Universidade Rural.

    — Tem muitas coisas ocorrendo na área da cultura. Temos que começar, juntos, a pensar cultura dentro da nossa Universidade. Porque não devemos nos apropriar desse lugar. Deve ser algo compartilhado —  comenta Marisa Vale.

    A coordenadora, com ajuda principalmente de seus alunos, vai oferecer exposições, palestras, mesas redondas e oficinas relacionadas à escultura, pintura, desenho, arte popular, ilustração, gravura e Flash Video (FLV).

    Além do que o curso de Belas Artes pode ofertar, também ocorrerão atividades teatrais, musicais e shows de dança. Acontecerão as oficinas seguidas de apresentações. Todos que participarem das oficinas receberão certificado ao final.

    O FestFIC , no câmpus de Seropédica tem interesse em acolher os alunos do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

    —  Eu sou por natureza uma entusiasmada.  Eu acho que a gente está num momento muito rico. Tem um cavalo branco lindo passando e se a gente não souber subir direito nesse cavalo, a gente perde o bonde da história — observa com satisfação, Marisa.

    O primeiro FestFic vai acontecer de maneira mais simples, mas a expectativa é que ele cresça com o passar dos anos.

    O Prédio Principal (P1), incluindo salas, o auditório Gustavo Dutra (Gustavão) e os gramados serão utilizados durante o festival.  A divulgação da programação estará nas redes sociais, em panfletos que circularão no compus e na cidade, e no site oficial do FestFIC: fic.cefet-rj.br/

    Nova Iguaçu

    O Instituto Multidisciplinar (IM) em Nova Iguaçu não vai ficar de fora do Festival de Cultura.  No dia 9 de julho, das 15h às 21h,  alunos e professores irão oferecer oficina de tintas orgânicas, exposições de fotografia, cine-debate com exibição de curtas-metragens, sarau de poesia e apresentação musical.

    Para a pró-reitora adjunta de Extensão, Lana Fonseca, o evento é uma oportunidade única.

    —  A cultura é de essencial importância para a educação e formação dos nossos alunos, técnicos e docentes. Afinal, a cultura  é uma produção fundamentalmente humana e devemos valorizá-la  em todos os sentidos — conclui  a pró-reitora

  • Por: natália loyola
  • festival cultural