A comemoração dos 192 anos da Independência do Brasil em Seropédica teve início neste sábado (06/09) com apresentação do Hino Nacional e Hino do município de Seropédica e hasteamento das Bandeiras do Brasil feita pelo Prefeito Martinazzo, a Bandeira do Município de Seropédica feita pelo Presidente da Câmara de Vereadores Oscar Goulart, e a Bandeira da UFRRJ feita pela Reitora professora Ana Dantas

Antes das escolas desfilarem, os militares foram a atração da comemoração cívica, sob comando do Capitão Castilho os Militares do Deposito Central de Munição (DCMUN) de Seropédica, desfilaram fazendo uma homenagem ao Ex-combatente da força Expedicionária Brasileira Iony Calderini de 93 anos que desfilou em cima de um Jipe acompanhado de uma escolta militar, onde foi ovacionado pela população, principalmente por seus filhos e netos. O DCMUN iniciou suas atividades em 1958 e desde aquele ano passou pelo comando de 21 Comandantes e Diretores e atualmente é Dirigido pelo Senhor Tenente Coronel de Infantaria Paulo Roberto de Souza Leite.

Logo a seguir desfilou os carros do Corpo de Bombeiros, e das Ambulâncias do SAMU, o desfile atraiu pessoas de todas as idades, e famílias inteiras aproveitaram para curtir o sábado e se divertir, as Bandas Famuse de Seropédica e da Escola Estadual Fernando Costa foram muita aplaudidas pelo público que lotavam as dependências da Universidade Rural do Rio de Janeiro, onde desfilaram 52 instituições de ensino de Seropédica, cada uma mais bonita que a outra.

O processo que culminou com a emancipação política do território brasileiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), no início do século XIX, e a instituição do Império do Brasil (1822-1889), no mesmo ano. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado “Grito do Ipiranga”. De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente do Brasil, então D. Pedro de Alcântara de Bragança (futuro imperador Dom Pedro I do Brasil), terá bradado perante a sua comitiva: “Independência ou Morte!”. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores em nossos dias.

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