O descarte correto do lixo é fundamental para que recipientes não se tornem criadouros do Aedes aegypti.

A dengue é uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti que mais faz vítimas todos os anos. No entanto, esse número poderia ser muito menor se todos fizessem sua parte cuidando do seu quintal e também do meio ambiente, pois é uma forma de evitar a proliferação do vetor.

O mosquito Aedes aegypti se reproduz facilmente em locais com água parada, suja ou limpa. Os lixões, depósitos irregulares e terrenos baldios, por exemplo, representam um perigo enorme devido ao lixo à céu aberto. Basta chover para que os recipientes acumulem água e se tornem potenciais criadouros do Aedes aegypti. Portanto, separar o lixo orgânico do reciclável é muito importante, pois ele terá o destino correto ao invés de parar no meio ambiente.

O descarte irregular de itens como garrafas plásticas, móveis, pneus, entre outros, é um dos principais problemas que causam o aumento no número de casos de dengue no País. Por isso, além de manter limpo o seu quintal e fazer o descarte correto do lixo, é importante denunciar para a autoridade municipal terrenos sujos que possam esconder focos do Aedes aegypti.

Vistoria contra a dengue

A sua casa pode ter potenciais criadouros do Aedes aegypti. São, pelo menos, 20 pontos de atenção. Por isso, é fundamental que os moradores realizem uma vistoria semanal e eliminem os focos.

Checklist da vistoria

Aparadores de água de filtro Lajes
Área de descarte de sacos de lixo Lonas de cobertura
Bandejas de ar condicionado/geladeiras Marquises/Telhados
Banheiros/Instalações sanitárias Móveis de jardim
Caixas d’água/Reservatórios/Depósito de água Piscinas, fontes e espelhos d’água
Tonéis, barris e tanques Sucatas abandonadas/Objetos expostos ao tempo
Caixas de passagem de água Tanques, pias e ralos
Calhas Muros com cacos de vidro
Escoadouros de áreas externas Hortas e vasos em janelas e sacadas
Objetos em áreas externas que podem acumular água Casas de máquinas de elevador

Como eliminar as larvas e ovos do Aedes aegypti

As larvas não devem ser descartadas vivas em vasos sanitários ou em ralos. A Anvisa aprovou o uso de um larvicida biológico capaz de matar as larvas e os mosquitos da dengue sem deixar resíduos tóxicos que agridam o meio ambiente. Outra opção é se livrar delas jogando-as na terra seca, no cimento ou no asfalto.

No caso dos criadouros com ovos, geralmente depositados nas paredes do recipiente, a recomendação é trocar a água e esfregar o local com palha de aço ou escova de pelos duros semanalmente. Só desta forma os ovos são destruídos, pois também não podem ser descartados em água.

A água sanitária também pode ser usada no combate ao mosquito Aedes aegypti.

Proteção fora de casa

Você pode estar fazendo a sua parte no combate ao Aedes aegypti, mas ainda pode estar exposto às picadas em outros lugares. Por isso, o uso do repelente é uma medida extra de proteção importante ao visitar locais com alto índice de infestação, áreas rurais e de mata, fazer atividades de ecoturismo, entre outras situações.

Com a concentração ideal de Icaridina em sua fórmula, repelente fullREPEL oferece até 12 horas de proteção contra todos os mosquitos. Ele tem fácil aplicação e não deixa a sua pele oleosa. O produto está disponível nas linhas adulto e infantil.

Além disso, a marca também lançou a versão  fullREPEL 2 em 1, que une o protetor solar FPS 30 com o poderoso repelente de insetos. É o fullREPEL Revolution Summer – à base de Dietiltoluamida e ideal para usar na praia, na piscina e nas ruas – e o fullREPEL Revolution Everyday – com Icaridina na composição, o mais indicado pela OMS.

Para mais informações, acesse o site www.fullrepel.com.br ou o G1. Máxima proteção não custa caro.

Fonte: G1

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