Será? Será? Creio muito que mesmo após o circo teatral do impeachment, o sistema que já conhecemos e repudiamos, permanecerá narrando a história de nossa nação “verde amarelo”. Nossos filhos e netos continuarão a ser admoestados, ensinados, doutrinados, por professores que manterão em suas aulas discursos pseudopedagogicos embasados nos princípios e doutrinas dessa praga de sistema partidário específico. Você sabe do que estou falando, não é?

Esse processo de pseudodismistificaçao teve origem nesse pandemônio e nesses grupos fantasmagóricos que estavam ao redor do processo que criou o tal do grupo político que esta em voga, ao longo e após a ditadura. O Brasil, a educação brasileira, o norte de orientação da nação, está agrilhoada à esquerda e nada vai mudar isso em tão pouco tempo. O que acontece é que quem ousa se libertar desse modus operandi, acaba perdendo espaço, lugar, papel, e fica à mercê de tudo aquilo que tal ideologia pode trazer, de modo que os ricos e mauricinhos se dão muito bem, e os pobres e trabalhadores ficam cada vez mais pobres.
É uma ignorância achar que essa rede de corruptos desaparecerá. Mas a questão é todo o cronograma que o Brasil está fixado: Um modo socialista, produzido pelo material dialético marxista que norteia a cultura e a educação.
Como disse o filósofo Luiz Felipe Pondé, e deixo claro que, é pra mim uma referencia, na sua coluna na Folha de São Paulo:

“Ao lado dessa articulada rede de agentes produtores de pensamento e ação política organizada, que caracteriza a esquerda brasileira, inexiste praticamente opção “liberal” . Nos últimos meses apareceram movimentos como o Vem Pra Rua e o MBL que parecem mais próximos de uma opção liberal, a favor de um Brasil menos estatal e vitimista. Ser liberal significa crer mais no mercado (sem ter que achá-lo um “deus”) e menos em agentes públicos. Significa investir mais na autonomia econômica do sujeito e menos na dependência dele para com paternalismos estatais.

Iniciativas como fóruns da liberdade, todas muitos importantes para quem acha o socialismo um atraso, são essencialmente incipientes. E a elite econômica brasileira é mesquinha quando se trata de financiar o trabalho das ideias. Pensa como “merceeiro”, como diria Marx. Quer que a esquerda acabe por um passe de mágica.”
Dessa forma, a solução segundo Pondé , é se as forças econômicas produtivas que acreditam na opção liberal financiarem jovens dispostos a produzir uma teoria e uma historiografia do Brasil que rompa com a matriz marxista, absolutamente hegemônica entre nós.

Nossa luta não é contra fulano e sicrano. Mas contra princípios elementares que estão sendo distorcidos, revirados e deteriorados. Nossa luta é contra o sistema que fez de Brasília uma capital corrupta. Nossa luta é contra o circo milionário que rodeia pelo Congresso. Nossa luta é contra o opressor, não importa de onde ele venha. Mas se de modo geral, todas essas mazelas vieram de um partido especifico, dentro de uma historiografia insana, tal deve ser erradicado. Luto contra uma esquerda que acha que somente ela tem a idéia de um Brasil próspero.

Mas, sobre o impeachment, ainda tem muita coisa pra rolar. Foi apenas um gol marcado pela Câmara dos Deputados. Mas o problema segue dia a dia, e quem sente o peso das consequências dessa gestão, somos eu e você, meros mortais.

SAO PAULO, SP, 15.03.2015 - PROTESTO CONTRA GOVERNO - SAO PAULO - Manifestantes pedem o impeachment da presidente, Dilma Rousseff na tarde deste domingo, (15) no v¿o livre do MASP, na Avenida Paulista, regi¿o central de S¿o Paulo. (Foto: Vanessa Carvalho/ Brazil Photo Press).
SAO PAULO, SP, 15.03.2015 – PROTESTO CONTRA GOVERNO – SAO PAULO – Manifestantes pedem o impeachment da presidente, Dilma Rousseff na tarde deste domingo, (15) no v¿o livre do MASP, na Avenida Paulista, regi¿o central de S¿o Paulo. (Foto: Vanessa Carvalho/ Brazil Photo Press).

Um abraço e que Deus nos abençoe.
J.C.Marques