Que vergonha!  A situação politica na esfera federal tá um caos. O ritmo acelerado do desenrolar dos eventos em Brasília mostrou ser difícil para qualquer um acompanhar o que está realmente acontecendo. Uma balbúrdia rotativa e sem freio.  Grampos telefônicos, ministérios, mandado coercitivo, suspensão da nomeação, uma espera de prisão preventiva, essas são as palavras mais usadas e faladas nos últimos dias. O ex-líder do PT no Senado, Delcídio do Amaral, que aderiu ao esquema de delação premiada, vem dando entrevistas acusando o ex-presidente de comandar o esquema de corrupção na Petrobras e de tentar obstruir as investigações da Lava Jato.

E por ai vem e vai um desenrolar dramático, rico e recheado de fatos que mexeram com os noticiários de todo o mundo  e principalmente com o povo brasileiro. Tamanha é coisa que, o cineasta José Padilha, do filme Tropa de Elite, está com a ideia de fazer uma série sobre a operação Lava Jato. Bom, vamos esperar pra ver o que vai dar. Dentre partidos e partidaristas, partidários e participantes ativos destes atos participativos políticos, muitos deles mereciam ter suas caras e contas bancárias partidas e repartidas a talvez, a quinquagésima potencia.

Isso foi só pra começar aqui o texto de hoje que fala de uma desgraça exorbitante que tem afligido nossos pais,  nossos netos e filhos: O desemprego! Enquanto não há limite para os gastos dos políticos, nem para a  cara de pau das excelências, o povo vive numa situação critica! O plano de saúde do senado e de deputados, como de outros, é uma coisa absurda sob todos os aspectos! Vamos la? Vitalício! Ilimitado! É totalmente extensivo! Sem fiscalização, não passa por perícia, sem qualquer tipo de contribuição ou de contrapartida, e tudo isso, e o mais nojento: É bancado por nós! Sai do nosso bolso! A conta dos gastos luxuosos deles, de  hospitais de primeiro mundo, são pagos pelo dinheiro público! Pagamos luxo pra eles e em troca, nos dão o SUS! E o que mais? Desemprego! Empresas fechando!

Empresas brasileiras demitiram 7,8 mil profissionais de recursos humanos em 12 meses, entre eles 3,5 mil gerentes e 67 diretores. Em outras palavras, a economia chegou ao ponto em que até os responsáveis pela gestão do quadro de pessoal são mandados embora, o que diz muito sobre as perspectivas para 2016. O caos ta armado! Uma balbúrdia! Levar o sustento dignamente para a família está ficando quase uma ‘Missão impossível’.

Segundo a Folha de São Paulo ,a economia mergulhada na mais profunda recessão em 25 anos, apresenta o mercado de trabalho brasileiro em um acelerado processo de piora em 2015, com reflexos sobre o emprego, a renda e a formalização do trabalho. Gerando, obviamente uma calamidade para nossa população.

Segundo divulgou o IBGE nesta terça-feira (15), a taxa de desemprego do país cresceu para 8,5% na média do ano passado, a maior já medida pela Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), iniciada em 2012. Esse resultado ficou 1,7 ponto percentual acima da média de 2014 (6,8%), a piora mais acelerada registrada nesses quatro anos da série histórica da pesquisa de emprego do IBGE.

Enquanto o desemprego sobe, a qualidade do emprego cai. O trabalho com carteira assinada dá lugar à informalidade. O poder de compra do salário, corroído por uma inflação anual de dois dígitos, diminui. E enquanto essa agonia toda, os homens de terno e de pasta na mão, estão abusando das despesas com gastos luxuosos.  Dinheiro meu e teu.  O indivíduo que esta nesta situação de desemprego percebe a realidade que se alterou e inicia um processo de abandono das referências, dando início a existência de um ciclo que vai do choque, passando pela depressão e podendo conduzir ou não à adaptação. Assim, a pessoa desempregada vive um processo de perda e culpa.

Cabe a sociedade brasileira minimizar o sofrimento ocasionado pelo desemprego, e discutir novas formas de inserção social, principalmente da população menos favorecida, e excluída, de nosso país, pois eles sofrem mais com a crise do emprego e vivem constante situação de risco social; precisamos debater acerca da construção do novo mercado de trabalho e das novas formas de trabalho. Porém, não podemos esquecer o papel decisivo que os políticos têm para debater as problemáticas do mercado de trabalho e promover alternativas, sendo da maior importância fazer uma Reforma Social que vise a cidadania para todos, com educação, saúde e trabalho.

É triste a situação. Nossa nação Brasileira precisa de uma solução. É a dignidade do nosso povo que esta em jogo. Lutemos. Vamos avante. Nao podemos nos conformar com o caos. Façamos nossa parte. Lotemos as praças, ruas e avenidas. Afinal de contas, o nosso povo, merece respeito.

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Um abraço do J.C.Marques e que Deus nos abençoe!