TEERÃ – Canais oficiais de comunicação do Irã confirmaram, na noite deste sábado (28), a morte do Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei. A confirmação ocorre em meio a um cenário de extrema tensão geopolítica e após declarações prévias do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, antecipando o falecimento do clérigo.
De acordo com informações da agência Reuters, a agência de notícias iraniana Fars comunicou o ocorrido via Telegram, utilizando o termo “martirizado” para se referir à morte do líder. Em resposta oficial, o governo iraniano decretou um período de 40 dias de luto nacional.

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, cuja morte foi confirmada oficialmente pela mídia estatal neste sábado (28).
Impactos e Reações Internas
Relatos de testemunhas na capital, Teerã, indicam reações mistas da população; em algumas localidades, a notícia teria sido recebida com manifestações de celebração nas ruas.
O contexto da morte está inserido em uma escalada militar direta. Segundo fontes oficiais, o Irã realizou disparos de salvas de mísseis em retaliação a ataques recentes atribuídos às forças dos Estados Unidos e de Israel.
Baixas na Cúpula do Governo
Uma porta-voz do governo israelense afirmou que a ofensiva resultou em baixas significativas na alta cúpula do regime iraniano. Além de Khamenei, teriam sido mortos:
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Mohamad Pakpour: Chefe da Guarda Revolucionária;
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Ali Shamkhani: Assessor direto do Líder Supremo;
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Aziz Nasirzadeh: Ministro da Defesa.
Até o momento, o governo do Irã não detalhou a sucessão imediata ou o estado de prontidão de suas forças de defesa após a perda de suas principais lideranças militares e políticas.


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