Hoje é dia de todos os Santos, e o Seropédica Online escolheu contar a História de Santa Teresinha Padroeira de Seropédica.

Em uma pequena cidade do interior da França, chamada Alençon, no dia 2 de janeiro de 1873, nasceu uma bela menina chamada Teresa, que seria conhecida anos mais tarde, como Santa Teresinha do Menino Jesus. Desde muito pequenina, Teresa aprendeu a rezar ao “Bom Deus” e aceitar os sacrifícios que Ele pediria a ela durante toda sua vida.

Teresa cresceu cercada pelo carinho dos pais e de suas irmãs mais velhas. Tinha uma incrível fome eucarística, a ponto de desejar comungar aos seis anos de idade. Mesmo muito jovem, com apenas quatorze anos, Teresa sentia um grande chamado para amar a Jesus de um modo especial: ela queria entrar no convento, mas era muito nova.

Muitas foram suas insistências para conseguir a autorização do Bispo para poder entrar no Carmelo. Porém, depois de muitos vaivéns, na segunda-feira, dia 9 de abril de 1888, com apenas 15 anos de idade Teresa entrou para o convento. A nova postulante pisou o solo do Carmelo com passo decidido.

Os nove meses de postulado – o tempo de preparação para ser freira – foram particularmente difíceis para Teresa. Uma verdadeira chuva de dificuldades caiu sobre ela, no entanto, no grandioso dia 10 de janeiro de 1889, Teresa recebeu o Habito de Freira

Santa Terezinha do Menino Jesus

 

“Irmã Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face” foi o nome que ela adotou na comunidade. A vontade Deus sobre a santa carmelita não foi de uma vida longa. Teresa não tardou a ficar doente. Ela se sentia cada dia mais cansada e com muitas tosses. A jovem, sentindo que sua vida sobre esta terra estava chegando ao fim, sob orientação de sua superiora, começou a escrever suas memórias. Este livro se intitularia “A história de uma Alma”. “Sinto que vou entrar no repouso eterno… Mas sinto que minha missão vai começar. Minha missão de fazer com que o Bom Deus seja amado como eu O amo. De ensinar minha pequena via às almas. Sim, eu quero passar meu Céu fazendo o bem sobre a terra… Eu não posso descansar enquanto houver almas a serem salvas”.

Em 30 de setembro seu estado se agravou, a hora de se encontrar com o Jesus que ela tanto amou se aproximava. Ela olhou para o seu crucifixo e disse: “Oh meu Deus… como eu Vos amo”. Estas foram as suas últimas palavras. No dia 17 de maio de 1925 o Papa Pio XI, rodeado por 23 cardeais e 250 bispos, declarou a santidade de Teresa e a canonizou.

O fascículo “Santa Teresinha, uma história de amor” é mais um livro da Coleção Exemplos de Vida, divulgada pela Campanha Nossa Senhora das Graças.

HISTÓRIA DE UMA ALMA

A ‘História de uma alma’, publicada um ano depois de sua morte, em 1898, que retoma o obituário habitual das carmelitas, reunia de fato três manuscritos deixados por Teresa – dois escritos propriamente autobiográficos, que comportam uma primeira parte escrita no início de 1895, e uma segunda parte, mais tarde, no segundo semestre de 1896. Por razões cronológicas, as edições críticas anteriores, intercalam um texto que data também de 1896, mas que, na realidade, não é um relato autobiográfico, mas uma exposição didática, em que Teresa, a partir de sua experiência expõe, por assim dizer, o essencial de sua doutrina. Seguindo as edições originais, esse texto foi anexo à autobiografia.

Clique para acessar o Hist%C3%B3ria-de-uma-Alma-auto-biografia-de-santa-teresinha-do-menino-Jesus.pdf