Mais uma vez tubulação da CEDAE se rompe em Seropédica. e desta vez foi entre os condomínios Jardim das Acácias e Parque das Flores Bairro Santa Sofia no Km 54 da antiga Estrada Rio São Paulo. Devido ao calor várias pessoas se aglomeraram para tomar banho, colocando em risco sua própria vida e das crianças que ali circulavam,

A muito tempo a população de Seropédica vem reclamando do perigo que é transitar próximo a adutora da CEDAE devido à falta de manutenção preventiva. A maioria dos parafusos das tampas de visita estão corroídos, podendo estourar como aconteceu no dia de Hoje (27/01). A sorte dos moradores e que o rompimento foi em cima do canal que passa entre estes dois empreendimentos da Caixa Econômica Federal.

A população solicita que estas adutoras sejam periciadas. e que façam manutenção preventiva em roda a extensão. No centro de Seropédica a adutora passa na praça central do município, podendo um dia estourar e causar danos como também ceifar vidas como aconteceu a pouco tempo no Bairro do Mendanha em Campo Grande RJ.

Construída em concreto protendido, a Segunda Adutora de Ribeirão das Lajes tem início na Calha de Fontes, no município de Piraí, percorrendo uma distância de 76 quilômetros. A tubulação, que tem uma vazão média de 2,5 mil litros por segundo, chega em alguns trechos a ter um diâmetro de 1.750 milímetros. A Segunda Adutora de Ribeirão das Lajes é responsável por 100% do abastecimento do município de Seropédica.

História da construção da Adutora da CEDAE

Quando a Prefeitura do Distrito Federal assumiu o serviço de águas e esgotos, a cidade do Rio de Janeiro recebia em média 510 milhões de litros de agua por dia e ainda sofria com um déficit no abastecimento da ordem de 20%. Os primeiros movimentos do Departamento de Águas e Esgotos a fim de cobrir o déficit foram a adução das águas do rio Iguaçu, em Duque de Caxias, e a construção elevatória do Juramento, em Vicente de Carvalho, também chamado de ‘booster’ do Juramento, que permitia elevar o volume de águas trazido de Lajes O contrato para a construção da segunda adutora de Ribeirão das Lajes foi assinado em 20 de novembro de 1946 com a Sociedade Industrial Tetracap Ltda., mas as obras iniciaram um ano depois, devido a problemas no fornecimento de material, importado dos Estados Unidos. A primeira parte da adutora estava terminada em 29 de outubro de 1948, mas a inauguração oficial só se deu em 31 de janeiro de 1949, com ao reservatório do Pedregulho, proporcionando um reforço para a cidade de 220 milhões de litros diários à cidade. No mesmo ano da inauguração da segunda adutora de Lajes, foi construído o reservatório de Quintino e, no ano seguinte, os de Honório Gurgel e da Mãe d’Água, na Ilha do Governador. Também em 1950 foram entregues à cidade as elevatórias da rua Bartolomeu Mitre, no Leblon, e da Ponte dos Marinheiros, na Praça da Bandeira, e iniciadas as obras da estação de tratamento de Santa Cruz, que recebia a água do canal de Ita, próximo à Ponte dos Jesuítas.

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