Chuvas ajudam e reservatório equivalente que abastece boa parte do Rio se aproxima da metade

As águas de março trouxeram alívio aos níveis de água do reservatório equivalente, que abastece o sul fluminense e 80% da capital e da região metropolitana do Rio. Os dados são do Sistema de Informações Geográficas e Geoambientais das Bacias Hidrográficas dos Rios Guandu, da Guarda e Guandu-Mirim, o SIGA-Guandu, plataforma do Comitê Guandu-RJ que traz essas e outras informações da Bacia que é fonte da captação de água da ETA Guandu (CEDAE), maior estação de tratamento de água do mundo.

Na aferição do dia 10 de março, os reservatórios equivalentes marcaram 49,63%. Esse nível não era registrado desde o dia 13 de junho do ano passado. Um mês depois o reservatório entrou no estado de alerta (igual ou menor a 40%), ficando nesse estado por quase sete meses, quando conseguiu enfim superar a marca dos 40% no dia 25 de fevereiro deste ano.

A chuva de verão é muito importante para o abastecimento e também para a geração de energia pois é ela quem garante água para os reservatórios que precisam chegar com um bom nível no inverno, época de tempo seco e poucas chuvas. O Sudeste do Brasil sofreu uma das secas mais severas durante o verão de 2014, que ocasionou a crise hídrica no ano seguinte, com impactos na disponibilidade de água para o consumo humano, produção de energia hidroelétrica e produção agrícola. Uma das áreas mais afetadas foi o Sudeste do Estado de São Paulo, que inclui a região metropolitana da capital.

Pequena-Central-Hidroelétrica-Paracambi-RJ
Elevatória de Santa Cecília Barra do Piraí Transpõe quase doisterços das água do Rio Paraíba do Sul para a bacia do Guandu que abastece Seropédica e Rio de Janeiro

Fonte: AGEVAP- Comitê Guandu
Antônio Mendes

 

 
 

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