Além das 11 pessoas que morreram no local do acidente, mais quatro vitimas perderam a vida ao darem entrada no hospital

O número de mortos no grave acidente na tarde desta sexta-feira (4/12) na BR-381, em João Monlevade, na Região Central do estado, subiu. O número de vítimas fatais pulou de 11 para 15.
 

Além das 11 pessoas que morreram no local do acidente, mais quatro vitimas perderam a vida ao darem entrada no Hospital Margarida, em João Monlevade. A informação foi confirmada por fonte do hospital.

Segundo o blog parceiro do Uai DeFato Online, 27 pessoas estavam sendo transferidas para a unidade de saúde. Mas, devido a superlotação da unidade de saúde, algumas vítimas estão sendo transferidas para o estádio Louis Ensch.

A situação é complicada e o Serviço Voluntário de Regate informou aqui agora que o número de mortos pode aumentar.

Entenda como foi o acidente no viaduto em Monlevade

O acidente envolveu um ônibus de turismo, da cidade de Mata Grande, em Alagoas. Ainda não se sabe se o veículo estava regular. O acidente aconteceu no Bairro Jacuí, na chamada “Ponte Jacuí”, na BR-381, na área urbana da cidade.

Segundo os bombeiros, há uma grande dificuldade na área médica regional (Monlevade e Nova Era) para suportar a quantidade e gravidade das vítimas.

Há ao menos duas crianças entre as vítimas. Elas estão sendo levadas para o Hospital João XXIII, em BH. Uma das crianças está entubada e a outra com alterações de nível de consciência.

“Pula que faltou freio”: passageiro saltou de ônibus para escapar da morte

O motorista que dirigia o ônibus que caiu de uma ponte na BR-381 na tarde desta sexta-feira (4/12) percebeu que o freio do veículo havia falhado e gritou para que os passageiros pulassem, momentos antes da queda. A informação é de um homem, de cerca de 34 anos, que sobreviveu ao se jogar do veículo.

“O ônibus começou a dar falha, já vinha em alta velocidade, bateu em outro retrovisor, e já percebi que tinha algo errado. Fiquei em posição de movimento, e falei, ‘acho que aconteceu alguma coisa’”, contou Cícero, o passageiro sobrevivente.