Outorgas destinam-se a perfuração de poço artesiano e a construção de ponte respectivamente
A Prefeitura de Seropédica, através da Secretaria de Ambiente e Agronegócios (SEMAMA), está regulamentando o uso de poços artesianos na cidade. Em uma demonstração de adesão à iniciativa, o gerente da unidade da Brasilit, Oswaldo Salsa recebeu das mãos do prefeito de Seropédica Alcir Martinazzo, outorgas concedidas pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) para perfuração de poços artesianos na unidade da empresa em Seropédica, nesta quinta-feira (15). A água desses poços será utilizada para uso industrial da unidade, como também para consumo humano, sendo utilizado em torneiras, chuveiros, entre outros.
Martinazzo parabenizou a preocupação da Brasilit com a regularização e utilização de águas subterrâneas em suas unidades industriais. Para ele, o exemplo da uma grande empresa brasileira, como a Brasilit, reforçará a iniciativa da Prefeitura, culminando em uma grande economia para vários setores e, consequentemente, para a sociedade. “A preocupação ambiental e com a sustentabilidade por parte das empresas é muito importante para a nossa gestão. Inclusive a Prefeitura lançou o IPTU Verde, que garante desconto de 17% a 25% no valor do imposto para residências que adotem medidas de sustentabilidade e as licenças municipais ambientais já condicionam estas medidas, tais como captação de água da chuva e uso de energia solar”, frisou Martinazzo.
O gerente explicou que o projeto da unidade foi concebido a partir de conceitos sustentáveis, utilizando em sua construção produtos e sistemas inovadores, fornecidos por empresas do Grupo Saint-Gobain: revestimento de fachadas em placas cimentícias, telhas térmicas de fibrocimento TopComfort, ambos produtos da Brasilit, e uma combinação de vidros técnicos e sistemas de iluminação inteligentes. “A aplicação dessas soluções resulta no conforto térmico e acústico, contribuindo para o bem-estar dos trabalhadores e a facilidade na conservação predial.
Essa unidade fabril também foi construída de maneira a consumir menos recursos, tais como água e energia elétrica e licenciada pelo município. A fábrica conta com coleta e utilização de águas pluviais e um sistema que permite que toda a água excedente retorne para o processo, sem perdas. Além disso, foram escolhidas modernas máquinas, que reduzem o consumo de energia elétrica e ainda oferecem mais segurança aos trabalhadores”, expôs Oswaldo Salsa.
Ademar Quintella, secretário municipal de Ambiente e Agronegócios, destacou que a Outorga é o ato administrativo que expressa os termos e as condições mediante as quais o Poder Público permite, por prazo determinado, o uso de recursos hídricos. “Direciona-se ao atendimento do interesse social e tem por finalidades assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e disciplinar o exercício dos direitos de acesso à água”, esclarece.
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