Nova composição define coordenações das Câmaras Técnicas

O Comitê Guandu-RJ realizou na quinta-feira (14) as primeiras reuniões das Câmaras Técnicas de Estudos Gerais (CTEG) e de Instrumentos Legais e de Gestão (CTIL-G) deste biênio. Foram definidas por cada segmento (usuários, poder público e sociedade civil) seus representantes para a composição das Câmaras, cada uma com 12 membros, sendo quatro de cada segmento. As Câmaras Técnicas debateram ainda os resultados do projeto Índice de Saúde da Água e o manual operativo do Plano Estratégico de Recursos Hídricos (MOP do PERH-Guandu).

A CTEG atua na construção, melhorias e aprovação de projetos que visam a melhorias da quantidade e qualidade da água da bacia do Guandu, além de educação ambiental e uso eficiente da água. A CTIL-G trabalha no estudo e melhoria dos instrumentos de gestão do Comitê.

         As instituições escolhidas para compor a Câmara Técnica de Estudos Gerais (CTEG) neste biênio (2019-2020) foram:

Usuários  – Light  –  Furnas  –  CK Paracambi  –  CEDAE  – 

Poder Público  – P.M. Piraí  –  P.M. Itaguaí  –  P.M. Nova Iguaçu  –  EMBRAPA

Sociedade Civil – ADEFIMPA – FAM-Rio  – ABAS – SINTSAMA

 A nova composição escolheu para a Coordenação da CTEG a ADEFIMPA, que tem como representante Markus Stephan Budzynkz.  A subcoordenação ficou com a P.M. de Piraí, representada por Amisterdan Ribeiro.

         Já a Câmara Técnica de Instrumentos Legais e de Gestão está composta por:

Usuários – Light – Ternuim  – CEDAE  – CK Paracambi

 Poder Público – P.M. Queimdos – P.M. Nova Iguaçu  – P.M. Japeri  – CREA

 Sociedade Civil  – ANAGEA  – FAETERJ  – FONASC  – FAM-Rio

 Para a CTILG, a coordenação ficou a cargo da FAM-Rio, sendo o representante Wladimir Leonardo Loureiro, com a subcoordenação do CREA-RJ, representado por Uiara Martins de Carvalho.

 Ainda durante a CTEG, foi apresentado aos membros o MOP – Manual Operativo do Plano Estratégico de Recursos Hídricos, pelo Engenheiro Civil Carlos Bortoli, Diretor da empresa Profill Engenharia, executora do PERH.

O MOP traz as instruções e as diretrizes para que o Plano seja colocado em prática, respeitando a hierarquização e todo diagnóstico realizado pelo plano em amplo e técnico estudo realizado em dois anos. Já o Geólogo Bruno Coutinho e a Engenheira Ambiental Maria Clara Marques, ambos especialistas da CI-Brasil, fizeram uma introdução dos resultados do Índice de Saúde da Água, uma parceria entre a ONG CI-Brasil e o Comitê Guandu-RJ, com financiamento do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID).

O projeto fez um levantamento completo da qualidade da água e das vertentes ecossistêmicas e sociopolíticas que influenciam nas condições da água que abastece 12 milhões de pessoas na região metropolitana do Rio. O resultado final do estudo será apresentado e publicado em abril. As próximas reuniões da CTEG e CTIL-G serão no dia 4 de abril.

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