Com a chegada do Carnaval aumenta a preocupação da saúde pública com novos contágios com HIV, o vírus da Aids. Sem pudor e sem qualquer noção de perigo, os foliões, principalmente os jovens se deleitam nas extravagâncias e aumentam as estatísticas que já não são nada boas. Os números pessoas contagiadas no Carnaval cada vez aumenta mais.

A síndrome que tinha recolhido diante da conscientização mundial, voltou com força, talvez pela despreocupação geral. O que está sob controle tende a relaxar, sendo esse o comportamento natural das pessoas. Por isso não pode descuidar. As campanhas educativas e preventivas precisam ser frequentes e o temor precisa ser aguçado. O risco maior é na adolescência e juventude, uma vez que nessa fase da vida a pessoa não espera pela morte.

E não é apenas a Aids. Tem muitas outras doenças sexualmente transmissíveis que estão em elevado crescimento. O HPV virou problema nacional e tem ocupado grande demanda da saúde pública nacional. Em nossa região os dados indicam que a Sífilis também está presente em quantidade preocupante, além de muitas outras doenças sexualmente transmissíveis.

Sexo sem prevenção, uso de drogas (principalmente as injetáveis) e outros descuidos são os propagadores dos vírus que podem causar sequelas e até levar à morte precoce. A família tem grande parcela de contribuição nas prevenções levando orientações de forma direta e aberta. Os pais precisam alertar e controlar. Os jovens precisam obedecer e se cuidar. O Carnaval passa, mas a vida continua. Pelo menos espera-se que continue.

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