Ambientalistas do pantanal Iguaçuano arrumaram uma forma de proteger espécimes em extinção devido o desmatamento e as queimadas que são cada vez mais frequentes em Seropédica e Nova Iguaçu.

Nas queimadas alguns animais e a maioria dos mamíferos pode, através do olfato, sentir a chegada do fogo e assim conseguem fugir de forma rápida. As aves são menos atingidas porque podem voar, porém ovos e ninhos são destruídos. Existem alguns mamíferos mais lentos que são mais atingidos como Gamba, Bicho preguiça e filhotes de todas as espécies. Após o fogo, com a perda dos habitats, os animais podem morrer por falta de abrigo ou alimento.

O Pantanal Iguaçuano fica às margens do Rio Guandu onde existe vários pássaros em extinção como Tucanos, Papagaios, Maritacas, Trica Ferro, Sanhaços, etc. Segundo o Coordenador Logístico e Guia do Pantanal Iguaçuano Edson Monteiro, cada dia mais está havendo desmatamento no Pantanal Iguaçuano, prejudicando o eco sistema da região.

Uma forma que foi encontrada para preservarem o meio ambiente, foi fazer ninhos de madeira e pendurarem no alto das copas das arvores.

“Precisamos preservar o meio ambiente para nossas gerações futuras, crimes ambientais são enormes, matando muitos espécimes de animais que vivem na região. Um dos fatores prejudiciais é o esgoto jogado sem tratamento no Rio Guandu, parece que ninguém do poder público se importa, pensamos que dentro de alguns anos o Rio Guando estará morto, igual o Rio Tietê de São Paulo. Só fico imaginando a qualidade da água servida pela CEDAE aos cariocas, já que é esgoto puro que é captado”. Destaca Edson.

 

 

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