Campanha da Fraternidade 2018 (CF 2018) é realizada todos os anos pela Igreja Católica no Brasil durante o período da Quaresma, e a campanha é coordenada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Na Santa Missa realizada nesta quarta-feira de Cinzas, na Paroquia nossa Senhora das Graças, comunidade do Cruzeiro em Seropédica RJ, em sua homilia o Padre Paulo Sergio disse: “A Campanha da Fraternidade tem como principal objetivo despertar a solidariedade de todos os fiéis e também da sociedade brasileira, em um problema que envolve todos nós, buscando assim uma solução para resolver esses determinados problemas. Todos os anos, são escolhidos temas, este ano o Tema da Campanha da Fraternidade 2018 é: “Fraternidade e superação da violência, tendo como lema Em Cristo somos todos irmãos (Mt 23,8)“.

“Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária”.

O bullying é uma forma de vilência.

Algumas ações que nós devemos fazer para diminuir a criminalidade que está acabando com o Brasil, uma das principais e parar de dar propina para conseguir benefício próprio. “Não negocie o inegociável: quando os corruptos somos nós”. Temos visto diariamente que a vida não tem mais valor, muitos alimentam seus vícios com uso de tóxicos, isso abastece a violência, destrói a família.

Evitem comprar coisas roubadas, o aumento do roubo de cargas no Rio de Janeiro, já é um bom exemplo disso. O roubo de celulares, que acaba na mão de pessoas que vendem pelo preço irrisório, e nós acabamos comprando, achando que levamos vantagem, ajudando com isso a criminalidade aumentar.

Algumas ações que nós devemos fazer para diminuir a criminalidade que está acabando com o Brasil, uma das principais e parar de dar propina para conseguir benefício próprio. “Não negocie o inegociável: quando os corruptos somos nós”. Temos visto diariamente que a vida não tem mais valor, muitos alimentam seus vícios com uso de tóxicos, isso abastece a violência, destrói a família. 

Evitem comprar coisas roubadas, o aumento do roubo de cargas no Rio de Janeiro, já é um bom exemplo disso. O roubo de celulares, que acaba na mão de pessoas que vendem pelo preço irrisório, e nós acabamos comprando, achando que levamos vantagem, ajudando com isso a criminalidade aumentar. 

O Brasil tomou conhecimento há alguns dias de uma realidade assustadora: os principais frigoríficos do país vêm adulterando seus produtos, vendendo carne podre tratada com ácido cancerígeno para parecer fresca e misturando materiais bizarros ao alimento. Todos ficamos perplexos ao saber que o churrasco, o frango ou a linguiça que consumimos há sabe Deus quanto tempo eram como cavalos de Troia alimentícios: pagamos por algo saudável e recebemos produtos de terrível qualidade, cheios de péssimas surpresas dentro. Para além da natural indignação, esse episódio nos leva a algumas reflexões sobre a natureza humana.

Primeiro, cada vez mais fica patente que a ganância não encontra limites. Para não perder dinheiro, os empresários preferem vender seu produto putrefato ou recheado de porcarias, o que eles têm plena consciência de que faz mal. A saúde de seus clientes? Só podemos concluir que para eles não importa. 

Segundo, cada vez mais fica comprovado que a corrupção humana não encontra limites. Trinta e três profissionais do governo, responsáveis pela fiscalização das condições de funcionamento dos frigoríficos, foram afastados do cargo sob a acusação de receber propina para deixar essas empresas fazerem o que bem entendessem. A corrupção não é nova, mas é impressionante como, a despeito dos avanços da civilização, para muitos a vantagem financeira segue sendo mais importante que a verdade. Avançamos em tecnologia, mas como seres humanos somos os mesmos depravados de sempre.

Terceiro, o mandamento de amar o próximo como a si mesmo não parece fazer parte do dia a dia de grande parte da humanidade. Desde que pingue um dinheirinho, seres humanos são capazes de fechar os olhos a toda e qualquer barbaridade feita com a vida alheia. O bem-estar do próximo é posto abaixo da possibilidade de lucro pessoal. O que isso denúncia? Um gigantesco egoísmo. Desde que eu tenha uma boa propina no banco, não me importa que meu vizinho, meu tio, meu professor ou o jornaleiro da esquina ingiram carne podre, produtos cancerígenos, papelão ou cabeça de porco. O que importa é o meu interesse. Os outros? Hm…

Ganância, corrupção, egoísmo. Tudo isso junto mostra como a humanidade é idólatra de si mesma. Jesus disse: “Em todas as coisas façam aos outros o que vocês desejam que eles lhes façam. Essa é a essência de tudo que ensinam a lei e os profetas” (Mt 7.12). Quem ignora esse mandamento se põe acima de Deus e, com isso, peca por autoidolatria, o pecado maior de Satanás. É triste ver como este mundo caído se assemelha ao pai da mentira, à antiga serpente. Em contrapartida, cada vez mais fica patente como necessitamos de Cristo! Como precisamos da graça salvadora! Pois só ela nos liberta de nossa autoidolatria, nos faz amar o próximo de fato como a nós mesmos, nos faz não amar o dinheiro, nos conforma à natureza de Cristo.

Que Deus converta os corações. Pois, longe do Senhor, tudo o que nos resta é carne podre.

 

 

 

 

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