Projeto que ganhou a coautoria de vários deputados estaduais foi encaminhado ao governador Wilson Witzel, para sanção

O atendimento fisioterápico emergencial imediato poderá ser incluído nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), segundo Projeto de Lei 2.942/20, originalmente do deputado André Ceciliano (PT), que autoriza o Poder Executivo a implementar as Unidades de Pronta Resposta de Urgência em Fisioterapia. A medida foi aprovada em discussão única pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), na quinta-feira (20). Assinaram como coautores vários deputados estaduais.

O projeto será encaminhado ao governador Wilson Witzel, que terá até 15 dias úteis para sancioná-lo ou vetá-lo. O texto obriga a presença de um fisioterapeuta 24 horas por dia nas unidades. O atendimento será destinado aos pacientes com quadro agudo de dor ou afecções cardiorrespiratórias solucionáveis por meio de fisioterapia manual e métodos e técnicas com uso de instrumental fisioterapêutico – como alergias, bronquites, crises asmáticas e quaisquer outras condições que necessitem do uso de respiradores. 

Com a sanção do governador, as unidades poderão ser implementadas em 2021. “A ideia do projeto é disponibilizar esse atendimento na mesma estrutura das UPAs, sem precisar de uma estrutura física própria. Essa medida poderá trazer uma eventual redução de casos graves, de internações hospitalares e até mesmo dos custos de atendimento”, justificou Ceciliano. 

O presidente da Alerj diz que a apresentação do projeto foi inspirada em iniciativa semelhante em seus tempos de prefeito. “Em Paracambi, onde fui prefeito, implementamos um projeto similar e vimos o impacto na vida das pessoas, muitas delas voltaram a andar e falar com os tratamentos. Fui procurado pelo Conselho de Fisioterapia e me comprometi novamente com essa pauta”, contou.

“A ideia do projeto é disponibilizar esse atendimento na mesma estrutura das UPAs, sem precisar de uma estrutura física própria. Essa medida poderá trazer uma eventual redução de casos graves, de internações hospitalares e até mesmo dos custos de atendimento”

Fonte: Alerj

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