Linda Festa do Dia das Crianças no CMEI Jorge Francisco Martins em Seropédica
20 de outubro de 2017

Foi realizado nesta sexta-feira (20), Festa do Dia das Crianças no Centro Municipal de Educação Infantil “CMEI” Jorge Francisco Martins, no Bairro Jardim São Jorge em Seropédica.

A Festança foi realizado em dois momentos, uma turma de crianças da parte da manhã e outra turma na parte da tarde. A festa foi realizada com muito carinho pelo corpo docente e pelos funcionários desta conceituada escola infantil que atende crianças de 3 a 5 anos. 

No evento foi realizado muitas brincadeiras com as crianças e distribuído várias guloseimas, bolo, pipoca, cachorro quente, doces e refrigerante, no final do evento as crianças receberam um lindo presente de sua professora. A professora Laura da UFRRJ, veio conhecer o trabalho realizado pelas professoras e saiu encantada.

A Diretora do CMEI Silmara Baldez Silva Chantre, agradeceu o apoio da Secretaria de Educação, a toda a equipe da escola, que fizeram doações para realização desta festa, como também agradeceu o apoio de toda comunidade, os vereadores, e a padaria do bairro, que sempre tem ajudado nos eventos da escola. “Aqui temos 188 alunos da Educação Infantil, de 3 a 5 anos, pela manhã foi realizado o primeiro evento e agora estamos realizando com a turma da tarde. Aproveito para agradecer os pais dos alunos que sempre nos ajudaram” Comemora Silmara.

Parabéns pelo belo trabalho desta instituição educacional, que além de ensinar a ler e escrever os educadores dão muito carinho as crianças. Seropédica Online

História da Educação Infantil

Historicamente, as primeiras instituições educativas para as crianças pequenas surgiram na França, durante a Revolução Industrial.  A necessidade da mão de obra feminina implicava a criação de espaços destinados aos filhos das trabalhadoras. Portanto, essas primeiras instituições eram estritamente de cunho assistencial, ou seja, tinham como objetivo prover as crianças dos cuidados necessários para sua saúde e bem-estar, durante o período em que suas mães estivessem trabalhando. Essa visão assistencialista não demandava dos adultos responsáveis conhecimentos específicos além dos que tinham em relação aos cuidados com os próprios filhos, sobrinhos, netos, etc.

No Brasil, o antigo jardim da infância trazia muito dessa perspectiva do “cuidar”, condecorando as profissionais responsáveis pelos pequenos com o título de “tia”: um termo afetuoso dado para quem se torna responsável pelas crianças na ausência das mães. Não vou aqui enfocar a perspectiva ideológica dessa terminologia que destitui do educador sua identidade, tanto de sujeitocomo de profissional. Minha reflexão se volta para a confusão que o termo “tia” gera quando é considerado como símbolo de afetividade.

Com os avanços dos estudos na área da Psicologia do Desenvolvimento, a partir da segunda metade do século 20 cria-se uma nova concepção do que é ser criança e, portanto, do papel da Educação Infantil.  No Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1996, clareia a necessidade de superar a visão assistencialista da creche e conceber a criança como sujeito social e possuidor de direitos. Assim, a especificidade da Educação de crianças de 0 a 6 anos tem o binômio cuidar/educar, como dimensões complementares,em que se considera o cuidar um compromisso com o outro, com sua singularidade, com suas necessidades, confiando em suas capacidades. E, é claro, disso depende a construção de um vínculo afetivo entre quem cuida e quem é cuidado.