Vídeo: Dia Mundial da Água é comemorado no Parque Estadual do Mendanha

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Nesta quarta-feira 24 de março na semana que é comemorado o Dia Mundial da Água, o Parque Estadual do Mendanha recebeu a visita do Secretário Estadual de Ambiente Thiago Pampolha, o representante do INEA,  Anderson Brasil, entre outros ambientalistas, que fizeram a comemoração com plantio de arvores nativas da Mata Atlantica. 

No encontro foi discutido varios assuntos sobre a preservação ambiental, e sugerido a criação do Turismo Ecologico para região. “O turismo ecológico é o segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural da região, incentivando sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista promovendo o bem-estar das pessoas”. 

Sua História 

A origem do nome Mendanha está ligada ao primeiro fazendeiro local, o sargento-Mor Luiz Vieira Mendanha, produtor de açúcar, café, aguardente e dono de grande número de escravos.

No início do século XX, a fazenda Mendanha ganhou notoriedade por ter sido uma das primeiras terras cariocas a desenvolver o cultivo do café e posteriormente por fornecer matrizes para os maiores cafezais fluminenses, que seguiram o ciclo em direção ao Vale do Paraíba. O local destacou-se também, juntamente com o Maçiço da Pedra Branca, como gerador das mudas utilizadas no reflorestamento da Floresta da Tijuca.

O Parque Estadual do Mendanha foi criado pelo Decreto Estadual nº 44.342, de 22 de agosto de 2013, com uma área de 4.398,10 hectares abrangendo os municípios do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Mesquita.

A criação deste parque propicia que o terceiro maciço rochoso da região metropolitana esteja sob regime de proteção integral, formando com o Parque Estadual da Pedra Branca e o Parque Nacional da Tijuca um mosaico de unidades de conservação.

Sua criação visa assegurar a proteção do ambiente natural, das paisagens de grande beleza cênica e dos sistemas geo-hidrológicos da região, que abrigam, em área densamente florestada, espécies biológicas raras e ameaçadas de extinção, bem como chaminés vulcânicas e nascentes de inúmeros cursos de água contribuintes do Rio Guandu, que abastece de água os municípios do Rio de Janeiro e da região do Grande Rio, incluindo ainda a recuperação das áreas degradadas ali existentes. O Maciço do Gericinó/Mendanha foi declarado como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 1992.