Campo Grande registra aumento em roubos de celular, ônibus e carro no último ano
23 de julho de 2025

O bairro de Campo Grande, na Zona Oeste, registrou um aumento no número de roubos de celular, ônibus e carro, no ano de 2024. Os dados estão disponíveis na ferramenta interativa Mapa do Crime, do GLOBO. Foram 288 roubos de celular no local, o que representa um crescimento de 27% se comparado aos 226 registrados em 2023.

s assaltos em ônibus também aumentaram, sendo registradas 76 queixas, número 16% maior frente aos 65 casos do ano anterior. O roubo de carros também apresentou uma alta de 11%, com 401 denúncias em 2024, enquanto haviam sido registradas 360 no ano anterior. Os assaltos nas ruas também aumentaram em 5%, sendo registrados 423 casos em 2024, contra os 400 de 2023.

Mapa do Crime:

Entenda o que é o Mapa do Crime

Quais são os bairros mais perigosos do Rio? Onde os roubos aumentaram? Qual o horário menos seguro para caminhar pela vizinhança? E que riscos rondam minha casa ou a escola do meu filho? Para ajudar a responder a essas perguntas e entender a dinâmica da violência na cidade, O GLOBO lança hoje o Mapa do Crime, ferramenta interativa de monitoramento de roubos no Rio com dados inéditos de delitos por bairros. Disponível no site do jornal e acessível tanto pelo computador quanto nos celulares e tablets, o mapeamento oferece informações sobre roubos de celular, a transeunte, de veículo e em coletivo — ameaças que afetam diretamente a vida da população — em 147 bairros da capital.

A ferramenta foi produzida a partir de microdados de mais de 250 mil registros de ocorrências obtidos via Lei de Acesso à Informação junto ao Instituto de Segurança Pública (ISP). O órgão, responsável por compilar as estatísticas da segurança no estado, divulga mensalmente indicadores divididos por áreas de batalhões e delegacias — que abrangem, na maioria dos casos, vários bairros. Buscando entender dinâmicas criminais hiperlocais, o GLOBO solicitou dados mais precisos de localização dos crimes e recebeu informações sobre os bairros onde cada ocorrência foi registrada, menor unidade territorial disponibilizada pelo ISP. É a primeira vez que indicadores criminais no Rio são divulgados com esse nível de detalhamento.

Fonte: O Globo

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