‘Árvore dos Homicidas’: Ação policial revela presídio a céu aberto em Copacabana junto a hotel 5 estrelas
5 de agosto de 2025

Todos os mendigos abordados durante a operação da Superintendência da Zona Sul em Copacabana possuem antecedentes criminais: são homicidas, traficantes e ladrões que gritam a noite inteira, brigam entre si e ameaçam moradores de trecho da Rua Barão de Ipanema

Nesta terça-feira (05/08) pela manhã, uma operação integrada de segurança, realizada pelo Governo do Estado do RJ, através do 19º BPM (sob o comando cel. Daniele Farias), do Copacabana Presente (sob o comando cap. Rosemberg), com a coordenação do Superintendente Estadual da Zona Sul e Centro (SEGOV) Marcelo Maywald, percorreu diversas ruas de Copacabana abordando suspeitos e fazendo revistas. O bairro está tomado pela população de rua, mas chamou a atenção dos oficiais da lei uma árvore localizada bem ao lado do Hotel Pestana Rio Atlântica, famoso cinco estrelas de bandeira portuguesa, onde mendigos discutiam, aos berros.

A árvore localizada na rua Barão de Ipanema – esquina com a Atlântica – onde antigamente crianças brincavam e se divertiam (o local é muito perto da Escola Municipal Dr. Cocio Barcelos) virou, há praticamente 6 meses, um local de prática de crimes, sexo à luz do dia e território de brigas permanentes entre os próprios mendigos. O relato é de Adriano Nascimento, gerente de um edifício localizado quase me frente. Os moradores do entorno fazem queixas diariamente mas não conseguem se livrar do inferno e da gritaria que acontece praticamente a noite inteira. Hoje, finalmente, com a ação da Superintendência da Zona Sul, os “inquilinos” da árvore foram finalmente abordados, sendo verificado que todos os abordados tinham antecedentes criminais, por: tráfico de drogas, associação ao tráfico, furto, roubo, entre outros crimes e até mesmo um dois mendigos tem anotoção criminal por homicídio.

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“Recebemos inúmeras denúncias de moradores de que, embaixo de uma árvore na esquina da Barão de Ipanema com Av. Atlântica, várias pessoas estão ocupando o local e consumindo drogas, mesmo durante o dia”, disse Marcelo Maywald, superintendente Estadual da Zona Sul e Centro (SEGOV). Segundo a moradora que se identificou como Jorgete, temendo por represálias, um dos mendigos “delira a noite inteira e grita, de pé, para uma câmera, como se estivesse falando com a TV Globo”, impedindo as pessoas de dormirem. Também citou as constantes brigas e as relações sexuais que os mendigos mantém em plena rua, na frente de crianças.

Fonte: Diário do Rio

 
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