Todos os mendigos abordados durante a operação da Superintendência da Zona Sul em Copacabana possuem antecedentes criminais: são homicidas, traficantes e ladrões que gritam a noite inteira, brigam entre si e ameaçam moradores de trecho da Rua Barão de Ipanema
Nesta terça-feira (05/08) pela manhã, uma operação integrada de segurança, realizada pelo Governo do Estado do RJ, através do 19º BPM (sob o comando cel. Daniele Farias), do Copacabana Presente (sob o comando cap. Rosemberg), com a coordenação do Superintendente Estadual da Zona Sul e Centro (SEGOV) Marcelo Maywald, percorreu diversas ruas de Copacabana abordando suspeitos e fazendo revistas. O bairro está tomado pela população de rua, mas chamou a atenção dos oficiais da lei uma árvore localizada bem ao lado do Hotel Pestana Rio Atlântica, famoso cinco estrelas de bandeira portuguesa, onde mendigos discutiam, aos berros.
A árvore localizada na rua Barão de Ipanema – esquina com a Atlântica – onde antigamente crianças brincavam e se divertiam (o local é muito perto da Escola Municipal Dr. Cocio Barcelos) virou, há praticamente 6 meses, um local de prática de crimes, sexo à luz do dia e território de brigas permanentes entre os próprios mendigos. O relato é de Adriano Nascimento, gerente de um edifício localizado quase me frente. Os moradores do entorno fazem queixas diariamente mas não conseguem se livrar do inferno e da gritaria que acontece praticamente a noite inteira. Hoje, finalmente, com a ação da Superintendência da Zona Sul, os “inquilinos” da árvore foram finalmente abordados, sendo verificado que todos os abordados tinham antecedentes criminais, por: tráfico de drogas, associação ao tráfico, furto, roubo, entre outros crimes e até mesmo um dois mendigos tem anotoção criminal por homicídio.
“Recebemos inúmeras denúncias de moradores de que, embaixo de uma árvore na esquina da Barão de Ipanema com Av. Atlântica, várias pessoas estão ocupando o local e consumindo drogas, mesmo durante o dia”, disse Marcelo Maywald, superintendente Estadual da Zona Sul e Centro (SEGOV). Segundo a moradora que se identificou como Jorgete, temendo por represálias, um dos mendigos “delira a noite inteira e grita, de pé, para uma câmera, como se estivesse falando com a TV Globo”, impedindo as pessoas de dormirem. Também citou as constantes brigas e as relações sexuais que os mendigos mantém em plena rua, na frente de crianças.
Fonte: Diário do Rio



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