Operação aconteceu em cinco lojas da rede Guanabara e resultou em três autos de infração e três de constatação

O Procon Estadual do Rio de Janeiro segue realizando operações de fiscalização com o objetivo de verificar denúncias de aumento abusivo de preços de produtos da cesta básica, tais como alho, arroz, feijão, óleo, leite, tomate, papel higiênico, açúcar e ovos com base na Lei estadual 8769/2020, assim como a venda de álcool em gel e álcool 70º pelo preço de custo, além de eventuais problemas estruturais.
 
De acordo com o órgão, em todas lojas vistoriadas, os fiscais registraram os preços de venda de diversos itens da cesta básica e solicitaram as notas fiscais de compras e comprovantes dos preços de venda dos produtos referentes ao início de janeiro até a presente data. Após análise dos documentos que deverão ser entregues, caso seja constatado aumento abusivo de preços, o estabelecimento poderá ser multado.
 
Em relação ao preço praticado pelo álcool gel 70º, os agentes constataram que em todas as filiais fiscalizadas,o mesmo é vendido pelo preço acima valor de custo, não seguindo a recomendação.
 
Os fiscais deram auto de infração nas filiais do Guanabara da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Tijuca. Na filial da Zona Norte, os agentes flagraram 5kg de mortadela com o prazo de validade vencido, produto que foi descartado imediatamente.
 
Na unidade de Jacarepaguá, eles encontraram problemas estruturais, como por exemplo, trilhos enferrujados e piso com fissura.
 
Já na Barra da Tijuca, os agentes identificaram produtos jogados e empilhados desordenadamente, impedindo a circulação nas câmaras e 65kg de produtos vencidos. Todos os itens fora da validade foram descartados imediatamente.
 
Lojas Guanabara fiscalizadas:
 
1. Rua Almirante Cochrane, 146 – Tijuca, Rio de Janeiro
2. Estrada do Cafundá, 1.560 – Tanque, Jacarepaguá, Rio de Janeiro
3. Rua Audálio de Figueiredo, 205 – Campo Grande, Rio de Janeiro
4. Avenida das Américas, 3501 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
5. Rua Ernani Cardoso, Cascadura, Rio de Janeiro.
 
Desde o início da crise do coronavírus, o Procon recebeu 69 denúncias em relação a supermercados e efetuou 30 fiscalizações, além de notificações para apresentação de documentos.  
 
Fonte: O DIA