Os animais resgatados foram encaminhados para o Ceta (Centro de Triagem de Animais Silvestres), no município de Seropédica.  

Duas operações  resgataram 178 animais silvestres que eram mantidos em cativeiros no Rio de Janeiro. Uma das ações foi feita pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente) em Mangaratiba, na costa sul fluminense, e a outra foi conduzida pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente nos bairros de Irajá, Pilares e Humaitá, na capital fluminense, e nos municípios de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e de São Gonçalo, na região metropolitana.

A maioria de animais apreendidos era de pássaros, inclusive da espécie pichanchão, ameaçada de extinção, além de canários-da-terra, papagaios, maritacas, sabiás e sabiás-laranjeiras, entre outros. Também foram encontrados um jabuti e um esquilo, que seriam vendidos como bichos de estimação.

Seis suspeitos foram autuados. Um deles, que é reincidente, mantinha em cativeiro 69 pássaros de diferentes espécies. Dois infratores foram encaminhados para a Delegacia de Mangaratiba e autuados no artigo 31 da Lei Estadual 3.467, que prevê punição para quem mantém animais silvestres em cativeiro sem licença expedida pelo órgão ambiental. A multa é de R$ 500 por espécie apreendida, aumentando para R$ 3 mil quando se tratar de espécie ameaçada de extinção.

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