Anúncio foi feito por Pezão em Brasília para obras e ações emergenciais na região

 BRASÍLIA – O governo federal liberou, para o Estado do Rio de Janeiro, R$ 10 milhões que serão aplicados em ações emergenciais nos nove municípios da Baixada Fluminense fortemente atingidos pelas chuvas na semana passada. O anúncio foi feito pelo vice-governador e coordenador de Infraestrutura do Estado, Luiz Fernando Pezão, depois de reunir-se, nesta terça-feira (17/12), em Brasília, com os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffman, do Planejamento, Miriam Belchior, e da Integração Nacional, Francisco Almeida, além do secretário nacional da Defesa Civil, general Adriano Pereira Júnior.

 Os recursos serão usados no aluguel de equipamentos, pagamento de aluguel social e desassoreamento dos rios Queimados, Poços, Abel, Pavuna e Meriti. A verba será repassada pelo Ministério da Integração Nacional.

  Pedimos recursos emergenciais. Os ministros ficaram de analisar todos os pleitos, mas vão liberar imediatamente um recurso emergencial de R$ 10 milhões para aluguel social e também limpeza das cidades. Hoje, nós estamos fazendo esta limpeza com o maquinário de nossas obras na Baixada Fluminense – afirmou Pezão.

 Na próxima segunda-feira, o secretário estadual de Obras, Hudson Braga, voltará a Brasília para começar a discutir com representantes dos ministérios do Planejamento, das Cidades e da Integração Nacional as reivindicações das nove prefeituras: Queimados, Nova Iguaçu, Japeri, Belford Roxo, São João de Meriti, Duque de Caxias, Nilópolis e Magé. De acordo com levantamento preliminar daquelas prefeituras, serão necessários R$ 105,3 milhões para obras de recuperação nesses municípios.

 A previsão é que, até o fim do próximo mês, os projetos de obras de recuperação a serem feitos pelas prefeituras já estejam detalhados e apresentados ao governo federal.

 Também participaram da reunião os secretários estaduais de Obras, Hudson Braga, da Assistência Social e Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira, e Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, além da presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos.

Faça o seu comentário