Falso Taxista Suspeito de Golpe da Maquininha é Preso em Botafogo
18 de setembro de 2025

Vindo de São Paulo, o criminoso faturava cerca de R$ 10 mil por semana na Zona Sul, trocando cartões de passageiros por outros após alegar falha na máquina de pagamento

Gabriel dos Santos Ferreira faturava, em média, R$ 10 mil por semana com a prática criminosa (Divulgação / PCERJ)

Gabriel dos Santos Ferreira faturava, em média, R$ 10 mil por semana com a prática criminosa (Divulgação / PCERJ)

Um falso taxista, de 31 anos, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (17), em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, por aplicar o conhecido “golpe da maquininha”. Segundo a Polícia Civil, o criminoso, identificado como Gabriel dos Santos Ferreira, é de São Paulo e se deslocava para o Rio de Janeiro com o único propósito de cometer os crimes.

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A delegada Daniela Terra, da 15ª DP (Gávea), explicou que Gabriel usava um veículo com aparência de táxi, mas sem credenciamento oficial. O golpe acontecia no momento do pagamento. “Quando a vítima ia efetuar o pagamento, ele oferecia uma máquina de cartão e nesse momento alegava que o aparelho estava com defeito e que precisava trocá-lo. Porém, nessa hora, ele também trocava o cartão da vítima por outro cartão de outra pessoa que também caiu no golpe”, detalhou a delegada.

Investigação e Prisão do Suspeito

As investigações tiveram início após um passageiro perceber, depois de pagar a corrida, diversas tentativas de compra em seu cartão. Ele procurou a delegacia, forneceu a placa do veículo e descreveu o golpista. Com as informações, os agentes conseguiram localizar o carro e prender o suspeito em Botafogo. Na abordagem, foram encontrados com Gabriel três máquinas de cartão, dois celulares, 53 cartões de crédito e oito placas de veículos, o que indica uma operação premeditada.

A delegada ressaltou que o criminoso trocava as placas do falso táxi frequentemente para dificultar o trabalho da polícia. “O que chama atenção é que ele utilizava dessas placas e as trocava rapidamente de modo a dificultar o trabalho de investigação”, comentou a delegada. Segundo a polícia, o golpista atuava na Zona Sul há cerca de quatro meses e faturava, em média, R$ 10 mil por semana.

A Polícia Civil informou que as investigações continuarão para identificar outros possíveis envolvidos e localizar mais vítimas do golpe.

Informações via Jornal O Dia

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