Brasil x Noruega: os pontos fortes e fracos do adversário da Seleção nas oitavas
5 de julho de 2026
Herling Haaland celebra vitória da Noruega na Copa com chapéu à la Viking (Divulgação: Instagram)

Herling Haaland celebra vitória da Noruega na Copa com chapéu à la Viking (Divulgação: Instagram)

Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em partida válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Este será o segundo desafio eliminatório da equipe comandada por Carlo Ancelotti, que garantiu sua vaga na fase anterior ao eliminar o Japão nos 16-avos de final.

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A seleção norueguesa carimbou seu passaporte para as oitavas após vencer a Costa do Marfim por 2 a 1, em jogo decidido pelo centroavante Erling Haaland, principal estrela do país na competição.

O poder ofensivo e a parceria Haaland-Odegaard

O grande trunfo da Noruega reside no seu setor de ataque. Haaland vive um momento iluminado no Mundial, com cinco gols anotados em apenas três partidas. O retrospecto do atacante do Manchester City pelo seu país é impressionante: são 60 gols em 53 compromissos oficiais.

A eficiência do artilheiro é potencializada pela parceria com Martin Odegaard. Apesar de ter enfrentado problemas físicos ao longo da temporada europeia, o meia-atacante do Arsenal assumiu a titularidade no torneio e já soma três assistências.

A força ofensiva coletiva sob o comando do técnico Stale Solbakken já havia ficado evidente nas Eliminatórias Europeias, onde a Noruega teve o melhor ataque com 37 gols marcados. A campanha de destaque incluiu uma goleada por 11 a 1 sobre a Moldávia e duas vitórias contundentes contra a Itália (por 3 a 0 e 4 a 1).

Vulnerabilidade defensiva e lentidão na retaguarda

Se o ataque inspira cuidados, a defesa norueguesa se apresenta como o ponto vulnerável a ser explorado pelo Brasil. A equipe europeia ainda não conseguiu terminar uma partida desta Copa do Mundo sem sofrer gols, tendo sido vazada em todos os quatro jogos disputados — incluindo uma derrota por 4 a 1 contra a França.

O principal problema do setor é a falta de velocidade da dupla de zaga composta por Kristoffer Ajer e Tobjorn Heggem. Na última partida frente à Costa do Marfim, os defensores sofreram com a agilidade dos pontas Amad Diallo e Yan Diomande, expondo as fragilidades que quase custaram a classificação dos nórdicos.

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