Fonte: ESPN Brasil

Lukas Podolski foi campeão do mundo com a seleção alemã em 2014
Lukas Podolski foi campeão do mundo com a seleção alemã em 2014

A onda de ataques terroristas ao redor do mundo põe em xeque a organização da Copa do Mundo de 2022 no Catar.

Em anúncio, Egito, Árabia Saudita, Emirados Árabes Unidos e outros países confirmaram que romperam com os vizinhos após acusação de que eles apoiam o terrorismo e estão no centro da pior crise da região nos últimos anos. A Fifa disse através de comunicado que monitora a situação e se encontra em contato regular com as autoridades do país.

 

Uma das federações mais influentes, a Alemanha prometeu discutir o assunto com o seu Governo.

Os atuais campeões mundiais deixaram claro a sua posição.

“Nós vamos conversar sobre a nova e complexa situação política na região, especialmente no Catar, com o governo federal. Nesses assuntos, estaremos obviamente em contato próximo com a UEFA”, afirmou o presidente da DFB, Reinhard Grindel.

“Ainda temos cinco anos pela frente até a Copa do Mundo começar. Nesse intervalo, a prioridade tem de ser dada mais para soluções políticas do que para ameaças de boicote”, prosseguiu o cartola, que também faz parte do Conselho da Fifa.

“Mas uma coisa é clara. A comunidade do futebol ao redor mundo deve concordar que grandes competições não devem ser disputadas em países que apoiam ativamente o terrorismo”, finalizou.

Como parte da divulgação de seu turismo e negócios, o Catar tem recebido diversos eventos esportivos.

Ao longo de 2017, estão previstos 72 torneios de modalidades diferentes, por exemplo.

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