22 DE MAIO – Dia Internacional da Biodiversidade

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No dia 22 de maio comemoramos o Dia Internacional da Biodiversidade. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de se conservar e proteger a diversidade de vida no planeta.  

Os termos diversidade biológica ou biodiversidade foram criados na década de 1980 para se referir ao número de espécies de seres vivos existentes no planeta, incluindo todos os vegetais, animais e microrganismos.  

É por meio da flora e da fauna que os ecossistemas regulam os processos climáticos, filtram e purificam a água, reciclam nutrientes, mantêm a fertilidade dos solos, se tornam fontes naturais de recursos, madeira, alimento. Mas o que garante que esses serviços ambientais sejam realizados em todos os locais é a diversidade das espécies. A variedade genética dentro das populações de uma espécie é muito importante, porque permite fornecer adaptações para os diferentes locais em que a espécie venha a habitar.  

O Brasil é o país que detém a maior biodiversidade de flora e fauna do mundo. São mais de 103 mil espécies animais e 43 mil espécies vegetais conhecidas pela ciência. Esses números são importantes não só para os brasileiros, mas para o planeta todo, já que a diversidade da natureza é a chave para a sobrevivência humana.

O Estado de São Paulo apresenta dois biomas principais, a Mata Atlântica (a segunda maior floresta tropical do Brasil) e o Cerrado (a savana mais rica do mundo em biodiversidade) e seus ecossistemas associados.  

Proteger toda essa riqueza natural não é algo simples.  

Atualmente é provável que cerca de seis espécies entrem em extinção a cada ano. A maioria delas são animais pequenos localizados em áreas muito restritas como, por exemplo, os caramujos terrestres e anfíbios, mais sensíveis às mudanças climáticas. Mas as plantas e os animais de grande porte também correm diversos riscos, muitos ligados ao tráfico ilegal ou mesmo ao abandono de espécies exóticas em locais diferentes de seu habitat natural, fazendo com que elas entrem em competição com as espécies nativas por alimento e espaço.  

Para proteger a fauna e a flora, os governos criam programas de pesquisa, conservação, manejo, fiscalização, educação ambiental entre outras políticas públicas que, juntas, atuam sob diferentes perspectivas em busca de se manter o equilíbrio entre as espécies. Organizações não-governamentais também promovem trabalhos independentes, muitos dos quais podem envolver não especialistas que estejam interessados em lutar pela causa.  

E você, o que está fazendo para proteger a biodiversidade?