O Engenhão passará por mais uma reforma para que possa receber as competições de atletismo da Olimpíada de 2016. Fechado desde março do ano passado para reparos em sua cobertura, o estádio ainda receberá obras que custarão até R$ 52,3 milhões antes do início dos Jogos Olímpicos.

A Riourb (Empresa Municipal de Urbanização) lançou nesta terça-feira (29) o edital de licitação para obras no espaço visando à Rio-2016. O valor de R$ 52,3 milhões foi estabelecido como limite de quanto a Prefeitura do Rio pretende pagar pelas intervenções.

Para receber eventos olímpicos, o Engenhão precisará ganhar uma arquibancada provisória com espaço para 15 mil pessoas, além de reparos em sua pista de atletismo.

O estádio foi construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007 e custou cerca de R$ 380 milhões. Hoje, está interditado por causa falhas na estrutura que sustenta seu teto.

O Consórcio Engenhão, liderado pela construtora Odebrecht, trabalha hoje no estádio. O grupo concluiu a construção da arena. Foi acionado pela Prefeitura do Rio após os problemas na cobertura terem sido constatados e está consertando as falhas sem cobrar nada do município.

No caso da reforma para a Olimpíada, entretanto, o pagamento virá dos cofres municipais.

A reforma do Engenhão  para os Jogos deve durar um ano. Segundo já declarou o prefeito Eduardo Paes, o estádio não será fechado para as obras.

A expectativa é que o Engenhão seja reaberto ainda em 2014. A reforma para a Olimpíada deve correr paralelamente com as atividades normais no estádio.

Odebrecht de olho no estádio

A Odebrecht, aliás, não está só pensando na reforma do Engenhão. A empresa, negocia com o Botafogo uma participação também na gestão do estadio.

O clube é o atual gestor do espaço. Contudo, já reuniu-se com a Odebrecht para tratar de uma administração compartilhada do espaço.

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